Dia: 13-05-2014
Cidade: New York.
E aí pessoal! Esta postagem será longa, mas também, este passeio de hoje, acho que foi uma quase imersão pela NY que todo mundo conhece pela TV, reportagens, revistas e tal. E foi o dia das lojas gigantescas. Aliás, o que não é quase exagerado de grande por aqui? Essa história de Limousinis, de SUV's de 7 lugares e etc é verdade. Chega a ser quase ridículo, mas enfim, cada um, cada um.
Cidade: New York.
E aí pessoal! Esta postagem será longa, mas também, este passeio de hoje, acho que foi uma quase imersão pela NY que todo mundo conhece pela TV, reportagens, revistas e tal. E foi o dia das lojas gigantescas. Aliás, o que não é quase exagerado de grande por aqui? Essa história de Limousinis, de SUV's de 7 lugares e etc é verdade. Chega a ser quase ridículo, mas enfim, cada um, cada um.
E achei que uma dor de barriga ia atrapalhar tudo, mas nada como uns remédios e as adaptações do trato digestório. Foi só ligar a switch aqui que as coisas voltaram ao normal. Se fosse comparar com carro, acho que ainda sou dos primeiros carros flex, com tanquinho de partida a frio e que dava pane se trocasse o combustível de uma hora para outra. Toda vez que viajo dá estas panes em mim. Tenho que ver até que ponto é zica ou psicológico.
Fiz um passeio sugerido pelo guia de viagem que eu comprei, o Marco Polo. Muito bom por sinal. Um passeio por Lower Manhattan, chamado Discovering Downtown. Passa pelo City Hall, Ground Zero, Battery Gardens, State Island Ferry, Wall Street e a Brooklyn Bridge. Decidi tentar ir para o USS Intrepid, mas que no final virou um passeio pela Times Square.
Este é o Hostel que estou. 103rd St com a Amsterdam Ave. Uptown, em direção ao Bronx.
O City Hall é praticamente a prefeitura de NY. O escritório de tantos famosos prefeitos, passando pelo Rudolf "Rudy" Giuliani, o prefeito das leis duras contra o crime e o prefeito do 11 de Setembro. Michael Bloomberg (o prefeito independente - nem Democrata e nem Republicano) e responsável por mudar a cara de NY, sendo um dos compromissos, da cidade ser mais sustentável.Foi um dos responsáveis por abrir ciclovias em Manhattan e restringir a circulação de carros na região. E começar a frota de ônibus híbridos e elétricos. Agora, Bill de Blasio.
Passa-se por Saint Paul's Chapel, mas que é ofuscada pelo prédio que sucedeu o WTC, derrubado nos ataques de 11 de Setembro. Não tem como não se impressionar com o que se vê. Tanto das obras - a região é um imenso canteiro de obras, quanto do prédio em si. E pensar que tudo que viu-se na época e ver como está. Virou atração turística, não tem como.
Este é o novo WTC. E dá para ver as obras em andamento.
Há um tipo de exposição permanente do Ground Zero, mas a entrada estava cheia, então, nem me arrisquei. Na hora, não tem como não se lembrar das imagens e mesmo, de uma música, a Castle of Glass do Linkin Park. Ou alguma do Rise Against - banda que é totalmente contra estas ações militares dos EUA em nome do combate ao terrorismo.
Ground Zero.
Caminhão de bombeiros on the way.
Placas de homenagens aos que ajudaram e mesmo morreram em serviço.
Depois, pela Trinity Church, que tem até algo que parece um cemitério, mas deve ser mesmo, haha. Serviu até de farol de navio, no século XIX, pela altura dela - hoje, ofuscada pelos skyscrappers de Manhattan.
Depois, um pulo na Broadway, mas no final dela e dou de encontro com o famoso touro de New York - obviamente, lotado de turistas.
O touro de NY. Não me pergunte o que são as pernas ali saindo de entre as pernas do touro.
Depois, o Ferry Boat para Staten Island, que tem uma das melhores vistas da Estátua da Liberdade, mas que também não topei por estar muito cheio. Aí me contentei em vê-la de longe mesmo.
Curiosidade que vi no caminho do Ferry Boat: Um ônibus acredito eu, que Made in Brazil. Ao menos a encarroçadora dele é a brasileira Marcopolo. Só o chassis que é mexicano - Dyna. Um Viaggio GV1000. Bem comum no Brasil.
Busão made in Brazil. Dá-lhe Marcopolo!
Mais uma de busão? Sim, esse acho que veio de longe, de Belzonte, uai! Haha!
Staten Island Ferry
A Estátua da Liberdade. E putz Blogger, não causa!
De lá, segui para Wall Street. Confesso que esperava um pouco mais, algo mais, ou melhor, menos, com cara normal. Parece São Paulo mesmo, ponto para São Paulo? Talvez. Isto mostra que São Paulo não faz feio.
Wall Street.
NYC Stock Exchange - a Bolsa de Valores de NY. E ok Blogger, vc venceu.
De lá, segui para a Brooklyn Bridge. Uma das vistas mais legais de NY, na minha opinião.
As vistas da Brooklyn Bridge, a Skyline de NY e olha a Estátua da Liberdade ali denovo!
A caminhada é loooonga. 2 kilômetros para ir e 2 kilometros para voltar. Acho que isto que ajudou a ferrar meu pé.
Ao final da caminhada, fui almoçar. Procurando aqui e ali, achei um restaurante asiático perto do Ground Zero. Pelo jeito é familiar. Tive sensação de comida de casa. Pedi um Bento box com frango teriyaki. Veio primeiro uma água. Depois, um missoshiru. Pow, esse missoshiru fez meu dia. Nunca imaginei que um missoshiru seria tão relaxante. Depois veio o almoço propriamente dito. Um bandejão japonês. Até que estava bom. Shirô gohan, o frango, uns legumes, uma salada de folhas e moyashi. Saí satisfeito. Isto custou USD14,00 + impostos.
De lá, fui para uma loja de departamentos. Queria comprar uma lanterna. No fim, putz, roupas e mais roupas e com utilidades domésticas. E o preço bem baixo. Vou ver o preço na California e conforme for, compro minhas roupas lá mesmo. Só não comprei agora, pq não quero ter que fazer uma segunda bagagem agora. Bom, perdi o timing para o USS Intrepid. Tentei ir para lá, até cheguei a estação mais próxima, mas tarde demais. Bom, estou "perto" da Macys e da B&H. Decidi ir para lá. Primeiro, Macy's. A Macy's, putz, meu Deus do céu... Quem se lembra ou viu, pensa no antigo Mappim do Itaim. Multiplica por três e começamos a conversar. Ela ocupa um quarteirão inteiro da 34th St, com a 7th Avenue e a Broadway. É insana. O pesadelo do cartão de crédito de todo marido, namorado ou algum shop aholic. Tem roupas, cosméticos, utensílios de cozinha, relógios, joias, óculos, cosméticos, bolsas, sapatos... E coisas de grife. Tag Heuer, Burbery, Polo, Lacoste, Breitling e por aí vai. Dei só uma olhada rápida, mas deu para ver que as coisas lá são caras, mesmo as mais normaizinhas.
A B&H é outro espetáculo. É gigantesca. Deve ter mais coisas que a Conselheiro Crispiniano e a 7 de Abril juntas. Paraíso de fotógrafos e dos que gostam de fotografia, vídeo, audio, imagens e etc. Fora as esteiras passando pela loja toda, a outra curiosidade é que grande parte dos funcionários são judeus. A loja deve ser de judeus.
E depois, Times Square. Já tinha passado na ida, mas agora uma visita dedicada. Aquilo que vemos na TV e em fotos, é aquilo mesmo. Letreiros luminosos gigantes (pesadelo para a lei cidade limpa do Kassabnada) e o monte de pessoas de taxis circulando. É um formigueiro iluminado por leds, neons e etc. E lá, fui a loja da Toys R'Us. Outra insanidade. 3 andares de brinquedos. De tudo quanto é jeito e preço. Dos mais simples a video-games. E óbvio, Hot Wheels... mas não comprei não!
Times Square de dia.
Times Square como todo mundo conhece.
Réplica da Estátua da Liberdade em Lego na Toys R'Us
Depois disto, fui jantar. Comi um top sirloin com purê de batatas e onion rings. Acompanhado da melhor limonada com blueberry que já tomei. Literalmente limonada com água com gás e blueberry de verdade. Dá vontade de ir lá denovo só para tomar esta limonada.
Aqui é a capital das flagship stores. Nem fui na Applestore, na Nintendo, Sony e etc. Algumas nem pretendo ir mesmo. Mas estou vendo que 4 dias é muito pouco para conhecer a Big Apple. E haja pernas...
Percebi que aqui, o preço de roupas e eletrônicos é bem em conta, mas viver aqui parece caro. Tanto em preço de coisas no supermercado (USD 2,00 uma garrafa de 1,5 litro de água) quanto comida em rua - em média, uns USD25,00 vai por refeição facilmente. E hotel é caro demais.
Hoje foi o dia que mais andei de metrô. Por isso, disse de imersão. Mas putz, tem que ficar esperto com o metrô. Ele é grande, mas confuso. E sujo também. A CPTM é mais limpa em algumas linhas e o metrô de São Paulo só perde em abrangência e tamanho da rede, mas de resto, dá uns 10 a zero. O metrô é pontual, mas demora.
E falando em saudades e sensação de casa, nestas caminhadas passei por uma academia de boxe. Parecia legal, mas estava sem aulas. Deu vontade de entrar, botar umas luvas e bater nuns sacos de pancada. Ou de ter uma aula de boxe. Realmente, tem coisas que não mudam, mesmo a kilômetros de distância.
Até a próxima, estou esgotado. Preciso descansar.
Abraços!
Claudio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário