quinta-feira, 15 de maio de 2014

NY, here we go.

Dia: 12-05-2014.
Cidade: São Paulo / New York.

Aqui começa de fato minha viagem. Saí de casa às 5h40 da manhã, com destino ao aeroporto de Guarulhos. Ou GRU para os intimos (ou nem tanto). Confesso que estava mais nervoso do que no dia do meu voo de check do piloto comercial.

O caminho foi tranquilo. A única coisa que estragou foi o trânsito na rodovia de acesso - a Helio Smidt (ex-presidente da finada VARIG, até a data que ele morreu, em 1989). Mas de resto, tudo tranquilo.

Fui com passagem concessão da TAM, a famosa RIP. Foi tranquilo, sem problemas. E melhor ainda de classe executiva. Opa, por que não?? Sensacional. Poltrona 6F. O avião? O PT-MUI, Boeing 777-300ER da TAM, um dos mais novos da frota. E isto refletia no interior do bicho. Tudo novinho. Aliás, façam-se esta regalia algum dia, viajar na executiva de uma empresa aérea. A experiência vale. Dá para esticar, dormir,a comida é muito boa e várias regalias. Champagne (champagne mesmo), vinhos premiados, comida de qualidade e tudo mais.

Chegando ao aeroporto, fui ver como estava a passagem para San Francisco, já que tinha comprado pela Decolar.com e não constava no sistema. Aproveitei para ver como é que é o serviço do pessoal da JetBlue. Tudo ok, mas o pessoal faz só o trabalho deles mesmo. Neste ponto, a Delta ainda é bem melhor. Mais simpático, pelo menos. Mas ao menos fazem o que é necessário.


Foto do antigo terminal da TWA no JFK, Um dos últimos resquícios de uma outrora potência da aviação mundial. Fundada por Howard Hughes e que acabou com o apelido "The Worst Airline" e comprada pela American Airlines em 2001. Ficou conhecida mundialmente pelos Constellations, pelo filme Aviador, com Leonardo Di Caprio e pelo fatídico voo TW800, do 747 que explodiu pouco depois de decolar do JFK.

Depois, Taxi para o hostel. Sim, já de Yellow Cab, não sabia como era o metrô de NY, resolvi não arriscar. O trajeto foi tranquilo, com algumas paradas. Todo mundo fala do trânsito caótico de NY, mas São Paulo dá uma lavada neles. O que mata são os pedágios urbanos. USD7.50 por cruzar uma ponte. É... Depois xingam o Brasil.

Chegando ao hostel, o Hi Hostel NYC da Hostel Internacional, fui direto ao quarto, que estava vazio. O pessoal tinha saído. Eu tinha que jantar. Comi no hostel mesmo, uma massa pronta. Duas, na verdade. Uma porção não me sustentaria de jeito nenhum. E sei lá se comi certo. Comi um Capeletti (ou Tortelini, de acordo com o meu irmão) frio mesmo. E uma salara de fusilli tricolori. Mas estavam bons.

Depois, de pouco em pouco fui encontrando o pessoal do quarto. Um português, um sul africado, um indiano que mora no Canadá, um singalês, um japonês que mora em Los Angeles e um outro cara que mal conheci.

Saímos para um pub crawl perto do hostel e que daria para ir de metrô. Tomamos uns pints de cerveja e ficamos batendo papo até umas 2h da manhã. Agora, programar-se para o dia 2 da viagem.

De spotting? É difícil fotografar do JFK. Mas roubei uma foto, de dentro do AirTrain (o trem interno do JFK, que liga os 7 terminais do aeroporto - o terminal 6 - que era conhecido como Sundrome - foi demolido e está nos planos da expansão do terminal 5 da JetBlue). Aliás, a demolição do antigo terminal 6 gerou protestos - a foto que tirei é do que sobrou do antigo terminal 6.

A318 da British Airways. O quê? Foi por isto que tirei a foto, hahaha! Na verdade, creio que é  um A318 Elite, usado em voos VIPs entre JFK e LHR.

Impressões dos EUA? Putz, pensei que furar fila no pedágio, passando por cima de faixa zebrada era exclusividade do Brasil. E ainda o carro que fez isto? Uma Mercedes E-Class do modelo novo. Para ver que dinheiro não compra educação.

De bom? Eficiência, parece que aqui as coisas funcionam. Ao menos no aeroporto foi esta a impressão.

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